
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Ordem Megaloptera
Os ocelos presentes ou ausentes; larvas aquáticas, com brânquias abdominais laterais. Os megalópteros lembram fortemente os neurópteros, mas suas asas posteriores são mais largas na base do que suas asas anteriores, e as nervuras longitudinais não apresentam ramos próximos à margem da asa (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
Ordem Raphidioptera
Lembram fortemente os neurópteros, mas apresentam como exclusividade, o protórax alongado, mas com as pernas semelhantes às demais pernas. A cabeça pode ser elevada acima do resto do corpo. Adultos e larvas são predadores de pequenas presas (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Ordem Neuroptera
Compreende 4.550 espécies descritas. Corpo mole; com dois pares de asas semelhantes e com muitas nervuras, e que são mantidas como uma tenda sobre o abdômen quando em repouso; larvas com pernas bem desenvolvidas; adultos com peças bucais mastigadoras; túbulos de Malpighi secretam seda, através do ânus, durante a transformação em pupa; abdômen com 10 segmentos; sem cercos.
As formigas-leão, bichos-lixeiro, mantispídeos, entre outros, formam um grupo complexo, sendo que seus adultos são frequentemente importantes predadores de insetos pragas (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
domingo, 23 de dezembro de 2007
Ordem Coleoptera
Com o número estimado de 350.000 a 375.000 espécies descritas, Coleoptera é a maior ordem dos insetos. Corpo altamente esclerotizado; asas anteriores esclerotizadas e modificadas em tampas rígidas (´litros) que cobrem as asas posteriores e o corpo; asas posteriores membranosas, frequentemente reduzidas ou ausentes; peças bucais mastigadoras; antenas geralmente com oito a 11 "artículos"; protórax grande e móvel; mesotórax reduzido; abdômen tipicamente com cinco (ou até oito) segmentos; sem ovipositor; genitália masculina retrátil (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
Ordem Mecaptera
Compreende 550 espécies descritas. Dois pares de asas membranosas, estreitas e semelhantes, são mantidas horizontalmente nos lados do corpo quando em repouso; antenas longas, delgadas e com muitos artículos; cabeça com um rostro ventral e peças bucais mastigadoras reduzidas; pernas longas e delgadas; mesotórax, metatórax e primeiro tergito segmento abdominal fundidos; abdômen com 11 segmentos; fêmeas com dois cercos; genitália masculina proeminente e complexa, no ápice do abdômen atenuado e frequentemente parecendo um aguilhão de um escorpião (BRUSCA & BRUSCA).
Ordem Shiphonaptera
Compreende 2.400 espécies descritas. Pequenas; sem asas; corpo comprimido lateralmente e altamente esclerotizado, antenas curtas repousam em sulcos profundos nas laterais da cabeça; peças bucais picadoras e sugadoras; olhos compostos frequentemente ausentes; pernas modificadas para se agarrar e saltar; abdômen com 11 segmentos; décimo segmento abdominal com outra distinta sensilia dorsal em forma de almofada para alfinetes, contendo um grande número de órgãos sensoriais; sem ovopositor; o estágio de pupa é passado dentro de um casulo (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
Ordem Diptera
Compreende 151.000 espécies descritas. Adultos com uma par de asas anteriores mesotorácicas membranosas e um par de halteres em forma de clava no metatórax (órgãos de balanço); cabeça grande e móvel; olhos compostos grandes; antenas primitivamente filiformes com sete a 16 "artículos", e amiúde secundariamente aneladas (reduzidas a apenas alguns poucos artículos em alguns grupos); peças bucais adaptadas para sugar ou lamber; mandíbulas das fêmeas sugadoras de sangue estão desenvolvidas na forma de estiletes perfuradores; hipofaringe, lacínias, gáleas e mandíbulas modificadas em uma forma variada de estiletes nos grandes parasitas e predadores; o lábio forma uma bainha, constituindo em uma porção basal e uma porção distal distintas, e a última forma, nas famílias mais derivadas, uma almofada em forma de esponja (o labelo) que apresenta canais de absorção; mesotórax grandemente ampliado; abdômem primitivamente com 11 segmentos, mas reduzido ou fundido em muitas das formas derivadas; genitália masculina complexa, fêmeas sem ovopositor verdadeiro, mas muitas com um ovopositor secundário composto por segmentos abdominais posteriores que se acoplam como um telescópio; as larvas não apresentam pernas verdadeiras, embora estruturas ambulatórias ("falsas pernas") ocorram em muitos casos (BRUSCA & BRUSCA, 2007).
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